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Cibersegurança para empresas com soluções VMS

A Cibersegurança é uma preocupação crescente para empresas de todos os setores, incluindo para o mercado da Segurança. Por mais robustos que sejam seus sistemas de segurança, os Recursos Humanos, nomeadamente os Operadores de Segurança e o pessoal de Manutenção, desempenham um papel crucial em sua integridade.
Reduza as hipóteses de sua infraestrutura de VMS sofrer um ataque, adotando algumas precauções e melhores práticas.

Práticas simples para empresas com soluções VMS:

  • Restringir o acesso físico e remoto a câmeras de video-vigilância, gravadores e servidores a quem seja estritamente necessário;
  • Altere sempre as passwords padrão de todos os dispositivos electrônicos, nomeadamente câmeras IP e outros equipamentos de segurança;
  • Se certifique que os operadores do VMS efectuam login no VMS quando iniciam seu turno e logout quando terminam;
  • As contas de login do VMS devem ser pessoais (ou seja, não partilhadas entre a equipe de segurança) e devem ser alteradas periodicamente;
  • Incentivar a adoção de passwords geradas aleatoriamente para todos os equipamentos de segurança, incluindo o VMS;
  • Seu VMS deverá estar a manter um log de registro de data e hora de todas as operações de acesso e utilizador: saiba como aceder a este registro;
  • Restringir o acesso a discos externos, unidades USB, gravadores de DVD, ferramentas de ambiente de trabalho remoto e outros métodos que deixem uma porta aberta para terceiros em suas estações de trabalho VMS.
  • Nunca ligue componentes de CCTV e/ou VMS à Internet: deve fornecer acesso remoto a quem é estritamente necessário e sempre com conexões seguras, como, por exemplo, ligações VPN;

Finalmente:

  • Aplique essas práticas e garanta que sua equipe as conhece;
  • Inclua auditorias periódicas de cibersegurança em seus planos de manutenção.

Campus universitários: como manter o equilíbrio entre ambiente descontraído e segurança eficiente?

A segurança nas universidades não é tão mediatizada como a de bancos e casinos, espaços tantas vezes atacados em filmes de Hollywood, mas os desafios que coloca também são de assinalável complexidade. Os mecanismos de segurança nas instituições de ensino onde se prepara o futuro do país são de vital importância.

O reconhecimento internacional da qualidade das universidades europeias há muito que extrapolou a velha rivalidade Oxford versus Cambridge, com dezenas de instituições a constar ano após ano nos rankings que elencam as melhores à escala global.

Formar os profissionais mais qualificados do mundo é uma tarefa forjada nas salas de aula, mas o universo universitário abrange muitos outros espaços, seja dentro dos edifícios de ensino, nas residências ou nos espaços exteriores. Em todos estes, a segurança é um fator a não descurar, uma vez que as ameaças também são diversificadas, como roubos, assaltos, vandalismo e agressões a alunos e membros do staff, tanto de cariz físico como psicológico.

Numa sondagem recente com cerca de 2 000 inquiridos em campus universitários do Reino Unido, 64% dos estudantes admitiram que deixam valores, como carteiras e dispositivos eletrónicos, fora da vista. Perto de metade (48%) dos que pernoitam nas residências reconheceram que não trancam a porta principal do edifício antes de irem dormir, mesmo que cheguem a horas tardias.

Um pouco de prudência e responsabilidade não faz mal a nenhum desses alunos, mas aumentar a segurança das universidades é uma tarefa que, obviamente, não é da sua competência. Os únicos momentos de tensão acumulados pelos estudantes durante a vida académica devem estar relacionados com exames demasiado exigentes ou prazos para entrega de trabalho difíceis de cumprir, não com casos de insegurança.

Contrabalançar o estilo de vida relaxado vivido nos campus universitários, que ninguém pretende ver alterado, cabe aos mecanismos e sistemas de segurança, como o AGORA.

 

Intelligent Workflow que agiliza soluções

Para fazer face aos desafios à segurança das universidades, o software AGORA apresenta soluções ajustáveis aos diferentes espaços que cabem dentro do perímetro de um campus, sejam salas de aula, laboratórios, bibliotecas, refeitórios, pavilhões desportivos, residências, entre outros. A polivalência nasce de um conjunto de procedimentos definidos de forma a corresponder às necessidades do utilizador.

O dia a dia nas centrais de controlo torna-se menos agitado, fruto precisamente da implementação desses procedimentos. Sempre que o sistema de segurança notifica uma ocorrência, o AGORA indica ao operador o procedimento mais eficiente a adotar, graças ao Intelligent Workflow.

Uma ferramenta essencial para abordar as exceções ao quotidiano, como a entrega de chaves ou serviços de limpeza, são os alarmes on demand disponibilizados pelo AGORA. Estes alarmes estabelecem procedimentos para agilizar a resolução de situações que apesar de comuns ao dia a dia das universidades, causam problemas a sistemas de segurança inflexíveis.

Cada vez mais universidades por todo o Reino Unido solicitam a disponibilização de escoltas noturnas. O AGORA também presta esse serviço, tão importante para acompanhar utilizadores que abandonam a universidade a horas tardias e de pouco movimento, como também acontece com alunos de pós-graduações ou elementos do staff.

Assim que uma emergência é identificada, o sistema indica ao operador o que deve fazer. Se o procedimento a seguir for chamar as forças da autoridade, os respetivos contactos são imediatamente apresentados. Reduzem-se assim os tempos de reação à ocorrência.

Resumindo, o Intelligent Workflow AGORA possibilita segurança mais eficaz, mais veloz e menos dispendiosa do que aumentar o número de guardas-noturnos a deambular todas as noites pelo campus.

Para além dos alunos e profissionais mais seguros, os operadores também agradecem as soluções AGORA, particularmente a produção de relatórios de atividade automáticos e informatizados, que os desobrigam de despender tempo infindável a registar dados em tabelas de Excel.

 

Centralizar informação, gerir a partir dos dados recolhidos

Nem só de procedimentos vive o AGORA, que também se distingue por selecionar automaticamente a câmara mais adequada à avaliação de uma determinada ocorrência, por mais distante que esteja a acontecer. A receção de melhor informação por parte dos operadores permite reduzir drasticamente o número de falsos alarmes, situação que para além da agitação que lhe é inerente, implica custos desnecessários.

Com controlo omnipresente a partir de um ponto centralizado, dispensa-se a multiplicação de centrais de controlo por todo o campus. Todos os dados captados pelas câmaras e sensores desaguam no mesmo local, o que também é logicamente uma boa notícia para os orçamentos das universidades.

Os dados recolhidos pelo sistema também permitem a melhoria das operações, por via das ferramentas business intelligence. O AGORA apresenta aos responsáveis de segurança das universidades relatórios de atividade, essenciais para a melhor gestão possível dos recursos utilizados, seja pela distribuição de seguranças como de equipamentos, como câmaras e sensores.

A análise destes dados pode ser particularmente importante quando, por exemplo, os alunos cedem o seu lugar outra tipologia de visitante, nas dezenas de residências universitárias que durante o verão se transformam em espaços de alojamento turístico.

Por tudo isto, está visto que abundam os motivos que asseguram ao AGORA a admissão nas universidades do Reino Unido. Otimizam-se recursos, reduzem-se valores que pesam nos orçamentos e, o mais importante de tudo, preserva-se equilíbrio entre segurança eficiente e o habitual ambiente descontraído vivido nos campus universitários.

Procedimentos: o caminho mais direto até à meta da segurança

Por maior que seja o investimento em tecnologia de segurança, as decisões críticas continuam a ser tomadas pelo operador. A instalação de software que audite o cumprimento de procedimentos assegura a redução do erro humano na reação a ocorrências, sejam rotineiras ou de emergência.

O cumprimento universal das regras de civismo seria sinónimo de segurança. Numa utopia em que todos os cidadãos cumprissem as normas de uma moral seguida por todo o planeta, não seriam necessárias câmaras de videovigilância e sensores de controlo de acesso, nem tão pouco profissões ligadas à proteção de pessoas e bens do mal causado por terceiros. No mundo que conhecemos, que pouco tem a ver com esta utopia, cumprir procedimentos é o caminho mais direto até à meta da segurança.

As empresas e entidades da generalidade dos setores de atividade ambicionam o aperfeiçoamento contínuo dos seus produtos e serviços, para que possam oferecer o máximo de qualidade possível aos seus clientes. Na procura de corresponder a essa ambição, é essencial ter todos os colaboradores alinhados com a estratégia definida e seguindo os mesmos procedimentos.

Dentro deste contexto, há cada vez mais empresas interessadas em ferramentas de controlo dos processos, em adotar Standard Operating Procedures, conceito de gestão habitualmente referido sob o acrónimo SOP.

Os SOPs destinam-se à produção de resultados desejáveis para cada tarefa, mediante a utilização de processos e mecanismos operacionais padronizados. No que ao setor da segurança diz respeito, são a forma mais simples e segura de um profissional de segurança desempenhar a sua função, seja perante uma ocorrência quotidiana ou uma emergência imprevista.

A escolha acertada de um software de gestão de segurança permite reduzir visivelmente os tempos de resposta a uma situação. Neste sentido, o AGORA implementa e possibilita auditar os SOPs de segurança da empresa/organização, permitindo aos operadores tomar as decisões mais acertadas e no mais curto espaço de tempo, por mais que a exigência do imprevisto convide a perder o sangue frio.

 

Software que guia o operador

O AGORA, enquanto software para sistemas de segurança e proteção eletrónica das organizações, tem como uma das suas características distintivas o facto de guiar o operador passo a passo na execução de todas as suas tarefas, desde as repetidas diariamente até às inesperadas, como as emergências.

A padronização de procedimentos apresenta um conjunto inestimável de mais-valias, que abrangem diferentes populações: O operador aumenta a precisão e velocidade na resposta a ocorrências, o que logicamente contribui para um incremento do bem-estar dos colaboradores e visitantes da organização vigiada; O responsável de segurança pode comprovar à administração da empresa-cliente que os procedimentos previamente estabelecidos estão a ser cumpridos, uma vez que o AGORA produz relatórios com dados que o comprovam.

O AGORA permite que as empresas de segurança adequem os seus serviços às necessidades de cada cliente, por mais distinto seja o setor de atividade em que operam. Os procedimentos adotados por uma escola ou de um hospital podem ser bem distintos dos necessários à operação de segurança de um banco ou centro comercial, mas todos cabem dentro deste sistema.

A personalização de procedimentos permite que o cliente veja a sua organização protegida por serviços como rondas remotas de vigilância, controlo de acesso supervisionado e vídeo-verificação de alarmes. Esta polivalência é evidente na Guia do Operador do AGORA, o painel no qual o operador recebe os SOPs.

 

Como definir SOPs eficazes?

A elaboração de SOPs deve passar, preferencialmente, pelos diretores de segurança, uma vez que são estes que possuem uma visão global da operação, da legislação e outros fatores. Os diretores de segurança devem assegurar que todos os operadores são treinados para executar as suas tarefas, para que não haja variações no modo de trabalhar entre turnos.

Os SOPs devem ser de fácil interpretação por parte dos operadores, de forma a criar familiarização com todos os passos a desempenhar. Assim, independentemente da existência de novos rostos encarregados pela segurança, ou de uma nova empresa de segurança, a eficácia da resposta está adequadamente protegida.

Para além das indicações rotineiras, os procedimentos previamente estabelecidos devem abranger o maior número possível de cenários de qualquer imprevisto, de forma a não comprometer a segurança.

 

Reduzir o erro em decisões críticas

Elaborar SOPs é um processo que não pode ser integralmente copiado, uma vez que cada organização possui as suas particularidades, devendo os procedimentos ser adequados a estas. Um SOP mal definido ou impreciso não só reduz a produtividade e leva a falhas de operação, como pode colocar em risco pessoas e bens.

A adequação dos procedimentos acelera a resposta a ocorrências rotineiras e reduz a probabilidade de erro humano na reação a uma emergência. Também reduz os custos com eventuais coimas ou multas por não-cumprimento de legislação, assim como com custos com seguros.

Por maior que seja o investimento em tecnologia, as decisões críticas são tomadas pelo operador. A instalação de software que garanta a implementação de procedimentos auditáveis é o caminho mais direto até à meta da segurança.